Cientistas descobrem como imprimir redes vasculares em 3D!

A Tecnologia na medicina surpreende a cada, algumas semanas atrás você viu aqui em nosso site, que cientistas israelenses surpreenderam o mundo ao criar um mini coração usando uma impressora 3D, agora pesquisadores se uniram para desenvolver redes vasculares em 3D.

Criando novas redes vasculares em 3D

O campo da engenharia de tecidos tem visto um grande progresso, com sistemas 3D complexos sendo desenvolvidos que oferecem força, contêm vários tipos de células e que podem até mesmo desempenhar uma função biológica.

Tudo isso é brincadeira de criança se não houver uma rede vascular viável para fornecer os nutrientes a todas as células e para encaminhar os resíduos, entre outras coisas que a rede vascular desempenha. Muitos órgãos têm maneiras intrincadas com que os vasos se torcem e giram, o que é importante para dar a esses órgãos sua funcionalidade.

Tem sido impossível criar redes vasculares pré-programadas e altamente complexas, adequadas para a engenharia de tecidos, que podem funcionar de maneira semelhante àquelas encontradas em nossos próprios corpos. Agora, pesquisadores da Rice University, Universidade de Washington, Duke e outros se uniram para desenvolver uma maneira de construir estruturas vasculares arbitrariamente complexas a partir de hidrogéis, e usaram essa técnica para imitar uma estrutura simples semelhante a um pulmão que bombeia e distribui.

O novo método de impressão em 3D é chamado de estereolitografia para engenharia de tecidos, ou SLATE, e combina materiais interessantes, uma impressora 3D, tintas especiais e um projetor para endurecer seletivamente algumas partes de uma estrutura e deixar outras partes. Um líquido especial, que endurece e se torna um hidrogel quando exposto à luz azul, é iluminado, camada por camada, usando um projetor. Corantes especiais são usados ​​para auxiliar este processo, bem como um mecanismo que garante que apenas os pontos certos no hidrogel sejam iluminados com a luz do projetor.

A resolução do sistema é de cerca de 10 mícrons, o que permite que vasos muito pequenos sejam construídos usando essa estrutura. Foi testado pela introdução de células hepáticas vivas retiradas de camundongos, em uma estrutura contendo essa rede vascular. Todo o complexo foi então implantado de volta nos ratos, onde foi mostrado que as células continuavam vivendo dentro do complexo, suprido por uma rede de sangue projetada por humanos.

Veja abaixo um vídeo fornecido pela própria Rice University que mostra os detalhes da criação das redes vasculares em 3d, é impressionante!

Uma empresa do Texas chamada Volumetric é a responsável por conseguir novos recursos e comercializar algumas partes desta pesquisa, incluindo a tecnologia bioink e bioprinter, que segundo os especialistas serão o futuro da medicina.

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