Longacilin


Longacilin – Bula do remédio

Longacilin com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Longacilin têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Longacilin devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

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Laboratório

Biolab

Apresentação de Longacilin

fr. ampola c/: 300.000 UI, 600.000 UI. 1.200.000 UI

Longacilin – Indicações

No tratamento das infecções causadas por germes sensíveis à penicilinoterapia, como infecções estreptocócicas – grupo A – (trato respiratório superior e da pele); infecções venéreas (sífilis, bouba, bejel e pinta); profilaxia da glomerulonefrite aguda e febre reumática.

Contra-indicações de Longacilin

Em pacientes com hipersensibilidade às penicilinas.

Advertências

antes de iniciar-se a terapia com penicilinas, deve ser feito cuidadoso questionário sobre história anterior de sensibilidade às penicilinas, cefalosporinas ou outros alérgenos.

– Foram relatadas severas reações, inclusive fatais, em pacientes sob tratamento com penicilinas. Pacientes com história de alergia a múltiplos alérgenos são mais suscetíveis a estas reações.

– Indivíduos que são sensíveis às penicilinas, também podem apresentar sensibilidade às cefalosporinas.

– Usar cuidadosamente penicilinas em pacientes com história de alergia e/ou asma.

– É importante que nas infecções estreptocócicas, o tratamento com penicilinas elimine os microrganismos para se evitar graves seqüelas estreptocócicas.

– É de fundamental importância evitar a injeção intra-arterial, endovenosa ou junto a grandes troncos nervosos, pois tais aplicações podem produzir lesões neurovasculares sérias, gangrena ou necrose ao redor da injeção. Outras reações decorrentes da má administração foram palidez, cianose, dores fortíssimas. Essas reações ocorreram com maior freqüência em crianças. Injeções em nervos ou nas proximidades destes podem resultar em lesões permanentes.
Pediatria – Não existem relatos de problemas específicos causados pelo uso de Longacilin em crianças. A capacidade desses pacientes em metabolizar e eliminar fármacos, normalmente, está diminuída devido ao incompleto desenvolvimento da função renal nesta idade.

Geriatria (idosos) – Pacientes idosos possuem sensibilidade maior ao produto do que pacientes mais jovens. É aconselhável que o médico observe o paciente e ajuste a dosagem de acordo com a resposta clínica.

Insuficiência renal/hepática – Como as penicilinas são excretadas diretamente nos rins, a redução ou aumento da dosagem deve ser recomendada em pacientes com função renal comprometida, pois a excreção nestes casos retarda-se consideravelmente.

Uso na gravidez de Longacilin

O Longacilin é excretado no leite materno. No entanto, não são conhecidos problemas significantes em humanos. Mulheres que estão amamentando somente devem ser tratadas com penicilinas sob orientação médica.

Pediatria – Não existem relatos de problemas específicos causados pelo uso de Longacilin em crianças. A capacidade desses pacientes em metabolizar e eliminar fármacos, normalmente, está diminuída devido ao incompleto desenvolvimento da função renal nesta idade.

Interações medicamentosas de Longacilin

A probenecida, quando administrada conjuntamente, provoca aumento e prolongamento das concentrações séricas e prolongamento da meia-vida de eliminação da penicilina.

– O cloranfenicol, as eritromicinas, as sulfamidas e as tetraciclinas, que são fármacos bacteriostáticos, podem interferir com os efeitos bactericidas das penicilinas.
– As penicilinas não devem ser misturadas com aminoglicosídeos, seja na mesma seringa ou na mesma solução para injeção, visto que pode ocorrer inativação física da droga.

? Interferências em Exames Laboratoriais: Determinações de glicose na urina, quando se utiliza teste com sulfato de cobre (Benedict ou de Fehling), podem dar falso-positivos. As provas de glicose por método enzimático não são afetadas.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Longacilin

Foram relatados rash cutâneo, urticária, prurido, inchaço, edema de laringe, reações semelhantes à doença do soro (febre, calafrios, artralgia e prostração).

Reações anafiláticas intensas têm sido relatadas.

Como em outros tratamentos para a sífilis, casos de reação de Jarisch-Herxheimer foram relatados.

Longacilin – Posologia

O Longacilin deve ser administrado unicamente por via intramuscular profunda e preferencialmente no quadrante superior lateral da nádega que é o local mais adequado. Em lactentes e crianças pequenas, pode ser usada a face lateral da coxa. Quando forem necessárias doses repetidas, alternar o local da aplicação.

Antes de aspirar a dose a ser injetada, agite vigorosamente o frasco para completa homogeneização do produto .

A administração deve ser realizada imediatamente após a reconstituição com o diluente próprio, para evitar o entupimento da agulha.

Antes de se injetar o Longacilin, deve-se puxar o êmbolo da seringa para certificar-se de que a agulha não atingiu algum vaso sangüíneo.

A injeção deve ser aplicada de forma lenta e contínua para que a dor não seja insuportável nem haja entupimento da agulha.

Recomenda-se as seguintes dosagens:
Infecções estreptocócicas (grupo A) do trato respiratório superior e da pele:

Crianças até 30 kg: uma injeção única ou a cada 3 dias de 300.000 UI, ou ainda uma injeção única ou a cada 5-6 dias, de 600.000 UI até completo controle da infecção.

Crianças maiores de 30 kg: uma injeção única ou a cada
6 dias, de 900.000 UI até completo controle de infecção.

Adultos: uma única injeção de 1.200.000 UI, ou a cada 7 dias, até controle total da infecção.
– Sífilis primária: uma injeção de 2.400.000 UI. Após 5 dias repetir dose.
– Sífilis secundária e latente recente: uma injeção inicial de 2.400.000 UI; uma segunda injeção de 2.400.000 UI após 4 dias, e uma terceira de 1.200.000 UI após idêntico prazo.
– Sífilis latente tardia: quatro injeções de 2.400.000 UI, com 4 dias de intervalo entre elas.
– Sífilis da gestante: uma injeção de 2.400.000 UI.
– Sífilis congênita: a dose deve ser calculada entre 75.000 a 100.000 UI/kg em crianças com menos de 32 kg.
Deverão ser administradas injeções com intervalos de 2 a 3 dias, até completar a dose total de 2.400.000 UI.
– Bouba, bejel e pinta: uma injeção única de 1.200.000 UI.
– Profilaxia do tétano: nos ferimentos suspeitos, além das medidas necessárias, recomenda-se uma injeção de 1.200.000 UI.

Profilaxia da febre reumática e da glomerulonefrite:
– Crianças: 600.000 a 900.000 UI.
– Adultos: 900.000 a 1.200.000 UI.

Na profilaxia da febre reumática as injeções devem ser dadas a cada 15 a 30 dias. O tratamento é aconselhado até os 25 anos de idade e outros por toda a vida.

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