Fabrazyme


Fabrazyme – Bula do remédio

Fabrazyme com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Fabrazyme têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Fabrazyme devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

A 4Medic não vende nenhum tipo de medicamento

Laboratório

Genzyme

Apresentação de Fabrazyme

Fabrazyme 35 mg pó liofilizado para solução injetável – frasco-ampola contendo 37 mg de beta- agalsidase, com uma dose extraível de 35 mg após a reconstituição.

Fabrazyme – Indicações

Fabrazyme é indicado para o uso no tratamento de longo prazo da reposição enzimática em pacientes com diagnóstico confirmado de doença de Fabry.

Contra-indicações de Fabrazyme

O tratamento com Fabrazyme (beta-agalsidase) é contraindicado se houver evidência clínica de hipersensibilidade (anafilaxia) à beta-agalsidase ou a qualquer outro componente da fórmula.

Advertências

Gerais:

Como acontece com qualquer produto proteico administrado por via intravenosa, os pacientes podem desenvolver anticorpos contra a proteína e reações imunomediadas são possíveis. A maioria dos pacientes desenvolvem anticorpos IgG contra Fabrazyme. Os pacientes com anticorpos contra a beta-agalsidase (r-h?GAL) apresentam um risco maior de reações associadas à infusão.

Os pacientes tratados com Fabrazyme podem desenvolver reações associadas à infusão, a maioria das quais são de intensidade leve a moderada. Se uma reação associada à infusão ocorrer durante a administração de Fabrazyme, a diminuição da velocidade de infusão, a interrupção temporária e/ou a administração de antipiréticos, anti-histamínicos e/ou corticosteroides pode melhorar os sintomas. Se reações alérgicas graves ou anafilactoides ocorrerem, a interrupção imediata da administração de Fabrazyme e os padrões médicos atuais para o tratamento de emergência devem ser considerados. Os riscos e benefícios da readministração de Fabrazyme após uma reação de hipersensibilidade grave ou anafilactoide devem ser considerados.

Os pacientes que tiveram um teste cutâneo positivo ou que tiveram resultados positivos para anticorpos IgE contra r-h?GAL foram redesafiados com Fabrazyme de forma bem sucedida. A administração inicial de redesafio deve ser em uma dose baixa e em uma baixa velocidade de infusão (1/2 da dose terapêutica [0,5 mg/kg] a 1/25 da velocidade padrão inicial recomendada [0,01mg/min]). Uma vez que o paciente tolere a infusão, a dose pode ser aumentada até atingir a dose terapêutica de 1 mg/kg e a velocidade de infusão pode ser aumentada titulando-se lentamente para cima, conforme tolerado.

Testes laboratoriais úteis na monitorização dos pacientes:

Sugere-se que amostras basais de sangue sejam coletadas antes da primeira infusão, para servir como parâmetro para os títulos de anticorpos em caso de ocorrência de eventos adversos significativos.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas:

Não foram realizados estudos sobre a capacidade de dirigir veículos ou utilizar maquinaria pesada com Fabrazyme.

Carcinogênese, mutagênese e dano à fertilidade:

Não foram realizados estudos para avaliar o efeito potencial de Fabrazyme na fertilidade de seres humanos.

Os dados pré-clínicos não mostram riscos especiais para os seres humanos com base em estudos de segurança, farmacologia, toxicidade de dose única, toxicidade de dose repetida e toxicidade reprodutiva que incluíram avaliação da fertilidade e desenvolvimento embrio-fetal. Não é esperado um potencial carcinogênico ou de causar dano ao DNA.

Gravidez e Lactação:

Estudos de reprodução foram realizados em ratos com doses de até 10mg/kg/dia, no estudo de fertilidade e com doses de 30 mg/kg/dia, no estudo de desenvolvimento embrio-fetal. Estes estudos não mostraram qualquer evidência de diminuição da fertilidade ou danos para o feto decorrentes do uso de Fabrazyme.

Não existem, no entanto, estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Uma vez que os estudos de reprodução animal nem sempre são preditivos da resposta humana, este medicamento deve ser utilizado durante a gravidez somente se for evidentemente necessário.

Não foram realizados estudos de toxicidade perinatal.

Não se sabe se Fabrazyme é secretado no leite humano. Como muitos medicamentos são secretados no leite humano, deve-se ter cuidado quando Fabrazyme é administrado a uma mulher lactante.

Categoria de Risco de Gravidez: B

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Até o momento não há informações de que Fabrazyme (beta-agalsidase) possa causar doping.

Não há relatos de uso abusivo ou dependência com Fabrazyme.

Interações medicamentosas de Fabrazyme

Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-medicamento, e medicamento- planta medicinal.

Não foram realizados estudos de metabolismo in vitro.

Interações com alimentos e bebidas são improváveis. Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-alimento.

Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-substância química (álcool e nicotina).

Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-exame laboratorial e não laboratorial. Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-doenças.

Na ausência de estudos de compatibilidade, Fabrazyme não deve ser misturado com outros medicamentos na mesma infusão.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Fabrazyme

A tabela a seguir apresenta a incidência de reações adversas relacionadas com Fabrazyme, num total de 181 pacientes tratados em estudo de fase II no Japão, estudo de extensão de fase I e II, estudos de extensão aberto / duplo-cego de fase III, estudos de extensão aberto / duplo-cego de fase IV e estudo pediátrico de fase II para um mínimo de uma infusão por no máximo 5 anos. Os eventos adversos estão listados por frequência e de acordo com os termos da Classe de Sistema de Órgãos do Dicionário Médico de Atividades Regulatórias (MedDRA). A maioria destes eventos adversos relacionados ao produto foi avaliada como leve ou moderada em intensidade.


Incidência de reações adversas no tratamento com Fabrazyme nos estudos de fase II no Japão, estudos de extensão fase I e II, fase III duplo-cego, fase III de extensão, fase IV duplo- cego, fase IV de extensão e fase II pediátrico.

Sistema e/ou Orgãos

> 10% dos pacientes (Reações
muito comuns)

1% até 10 % dos pacientes a
(Reações Comuns)

Distúrbios cardíacos Taquicardia, palpitações
Distúrbios oculares Lacrimejamento aumentado
Distúrbios gastrointestinais Náusea, vômito

Dor abdominal, dor abdominal
superior, desconforto
abdominal, desconforto
gástrico, hipoestesia oral

Distúrbios gerais e condições no
local de administração

Calafrios, pirexia, sensação de
frio

Fadiga, desconforto torácico,
sensação de calor, edema
periférico, dor, astenia, dor
torácica, mal-estar, edema
facial, hipertermia

Exames

Aumento da pressão arterial,
aumento da temperatura
corporal, aumento da frequência
cardíaca, diminuição da pressão
arterial

Distúrbios musculoesqueléticas
e do tecido conectivo

Dor nas extremidades, mialgia,
dor nas costas, espasmos
musculares, artralgia, tensão
muscular, rigidez
musculoesquelética

Distúrbios do sistema nervoso Cefaleia, parestesia

Tonturas, sonolência,
hipoestesia, sensação de
queimação, letargia

Distúrbios respiratórios,
torácicos e do mediastino

Dispnéia, congestão nasal,
aperto na garganta, sibilância,
tosse, dispneia exacerbada

Distúrbios da pele e tecido
subcutâneo

Prurido, urticária, rash cutâneo,
eritema, prurido generalizado,
edema angioneurótico, edema
facial

Distúrbios vasculares

Rubor, hipertensão arterial,
palidez, hipotensão arterial,
onda de calor

a Para o propósito desta tabela, ?1% é definido como eventos que ocorrem em 2 ou mais pacientes.

A ocorrência de sonolência pode ser atribuída ao pré-tratamento com anti-histamínicos especificado no estudo clínico.

As reações associadas à infusão, definidas como eventos adversos relacionados ao produto ocorridos no mesmo dia da infusão, foram os eventos adversos mais frequentemente relatados nos estudos de fase II no Japão, fase I e II de extensão, fase III duplo-cego, fase III de extensão, fase IV duplo-cego, fase IV de extensão e fase II pediátrico. Estas reações associadas à infusão incluíram eventos de calafrios, febre (pirexia / temperatura corporal aumentada / hipertermia), sensação de mudança de temperatura (sensação de frio / sensação de calor), hipertensão (pressão arterial aumentada), náuseas, vômitos, rubor (onda de calor), parestesia (sensação de queimação), fadiga (letargia / mal-estar / astenia), dor (dor nas extremidades), cefaleias, dor torácica (desconforto no peito), prurido (prurido generalizado), urticária, dispneia (dispneia exacerbada), tonturas, sonolência e taquicardia.

Na maioria dos pacientes, os eventos adversos associados às infusões de Fabrazyme foram controlados com sucesso usando-se as práticas médicas padrão, como a redução na velocidade de infusão e / ou pré-medicação ou administração adicional de medicamentos anti-inflamatórios não- esteroidais, antipiréticos, anti-histamínicos e / ou corticosteroides.

Os dados atualmente disponíveis demonstram que o número total de pacientes tratados com Fabrazyme que sofrem qualquer evento adverso no mesmo dia da infusão diminuiu ao longo do tempo.

A maioria destas reações associadas à infusão, acredita-se que estejam relacionadas com a formação de anticorpos IgG e/ou ativação de complemento. A maioria dos pacientes desenvolveu anticorpos IgG contra a beta-agalsidase (r-h?GAL), o que não é inesperado. O tempo médio para soroconversão ficou dentro de 3 meses da primeira infusão de Fabrazyme. A maioria dos pacientes soropositivos em estudos clínicos apresentou títulos consistentemente baixos ou títulos em declínio ao longo do tempo: pacientes com resposta baixa (maior valor do título foi ? 800), tolerantes (sem anticorpos detectáveis por radioimunoprecipitação [RIP]), ou tendência decrescente (com base em uma redução de ? 4 vezes no título da medida do pico para a última medição). Não houve nenhuma evidência de que a soroconversão de IgG tivesse qualquer impacto sobre a eficácia de Fabrazyme.

Durante o período pós-comercialização, o perfil de reações adversas ao medicamento foi geralmente semelhante ao observado durante os estudos clínicos. As reações adversas observadas durante o período pós-comercialização incluíram: sensação de calor e frio, mal-estar, dor musculoesquelética, edema, rinite, rinorreia e diminuição da saturação de oxigênio/hipóxia. Foram observadas reações no local da infusão, mas não inesperadas considerando a via de administração. Um paciente relatou um caso de vasculite leucocitoclástica. Foi relatado um caso de glomerulonefrite membranosa.

Um pequeno número de pacientes sofreu reações anafilactoides que, em alguns casos, foram consideradas de risco de vida. Os sinais e sintomas de possíveis reações anafilactoides incluíram eventos de angioedema localizado, urticária generalizada, broncospasmo e hipotensão.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Fabrazyme – Posologia

Condições Especiais de Manuseio:

O concentrado em pó para solução de infusão deve ser reconstituído com água estéril para injeção, diluído com solução intravenosa de cloreto de sódio 0,9% e, em seguida, administrado por via intravenosa.

A exposição prolongada de Fabrazyme à interface ar / líquido, quer através do tempo ou por agitação, pode causar a formação de partículas de proteínas. Estudos de estresse de manuseio e de formação forçada de partículas foram realizados para avaliar o impacto de um filtro em linha sobre o medicamento e sobre a dose, na presença de tais partículas. Após a mistura de Fabrazyme nas bolsas de infusão de cloreto de sódio 0,9% e indução de partículas, a utilização de um filtro em linha de 0,2 µm de baixa ligação proteica levou à remoção das partículas visíveis sem perda detectável de proteínas ou atividade.

Cada frasco de Fabrazyme é destinado ao uso único.

Reconstituição e diluição (Utilizando técnica asséptica):

1.Os frascos de Fabrazyme e de diluente devem ser deixados à temperatura ambiente (23 ºC – 27 ºC) antes da reconstituição (aproximadamente 30 minutos). O número de frascos é baseado no peso corporal do paciente (kg) e na dose recomendada de 1,0 mg/kg.

2.Reconstituir cada frasco de Fabrazyme 35 mg injetando lentamente 7,2 mL de água estéril para injeção, USP/EP, deixando a água cair pela parede interior de cada frasco e não diretamente sobre o pó liofilizado. Girar e inclinar suavemente cada frasco. Não inverter ou agitar o frasco. Cada frasco produzirá uma solução límpida e incolor de 5,0 mg/mL (a dose total extraível por frasco é de 35 mg, 7,0 mL).

3.Inspecionar visualmente os frascos reconstituídos quanto à presença de partículas e alteração de cor. Não utilizar a solução reconstituída se houver partículas em suspensão ou alteração de cor.

4.Após a reconstituição, recomenda-se diluir prontamente os frascos. Se os frascos não forem diluídos prontamente poderá ocorrer a formação de partículas.

5. Fabrazyme reconstituído deve ser diluído em solução para infusão de cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%), imediatamente após a reconstituição, para uma concentração final entre 0,05 mg/mL e 0,7 mg/mL. Determinar o volume total de solução para infusão de cloreto de sódio 0,9% (entre 50 e 500 mL), com base na dose individual. Para doses menores que 35 mg usar um mínimo de 50 mL, para doses de 35 a 70 mg utilizar um mínimo de 100 mL, para doses de 70 a 100 mg utilizar um mínimo de 250 mL e para doses maiores que 100 mg utilizar apenas 500 mL. Para minimizar a interface ar / líquido, eliminar o espaço de ar dentro da bolsa de infusão antes de adicionar Fabrazyme reconstituído. Certificar-se de que a solução reconstituída de Fabrazyme foi injetada diretamente na solução de cloreto de sódio 0,9%. Descartar qualquer frasco com solução reconstituída não utilizada.

6.Inverter suavemente ou massagear levemente a bolsa de infusão para misturar a solução, evitando agitação vigorosa.

7.Fabrazyme não deve ser administrado na mesma linha intravenosa com outros produtos.

8.A solução diluída pode ser filtrada durante a administração através de um filtro em linha de 0,2µm de baixa ligação proteica.

Posologia

A dose recomendada de Fabrazyme é de 1,0 mg / kg de peso corporal, administrada a cada 2 semanas como uma infusão intravenosa (IV).

Em estudos clínicos, a velocidade de infusão inicial IV foi administrada a uma taxa não superior a 0,25 mg / min. ou 15 mg / hora. A velocidade de infusão pode ser reduzida, em caso de ocorrência de reações associadas à infusão. Após ter sido estabelecida a tolerância do paciente, a velocidade de infusão pode ser aumentada gradualmente nas infusões subsequentes, conforme tolerado.

Para controlar os sintomas da doença de Fabry é recomendado que o tratamento com Fabrazyme seja contínuo.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco

A segurança e a eficácia de Fabrazyme não foram estabelecidas em pacientes com menos de 16 anos e com mais de 65 anos e sendo assim, não se pode recomendar um regime posológico para esses pacientes.

Não são necessárias alterações na dose para pacientes com insuficiência renal. Não foram realizados estudos em pacientes com insuficiência hepática.

Superdosagem

Não houve relatos de superdose com Fabrazyme. Em estudos clínicos, os pacientes receberam doses de até 3,0 mg / kg de peso corporal.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas:

A doença de Fabry é caracterizada pela deficiência da -galactosidase A, uma hidrolase lisossômica que catalisa a hidrólise dos glicoesfingolipídeos, especialmente do globotriaosilceramida (GL-3),em galactose terminal e ceramida di-hexosídeo. A atividade reduzida ou ausente da -galactosidaseresulta no acúmulo de GL-3 em muitos tipos de células, incluindo as células endoteliais e parenquimais. A base racional para a terapêutica de reposição enzimática é restabelecer um nível de atividade enzimática suficiente para hidrolisar o substrato acumulado. Após a infusão intravenosa, Fabrazyme é rapidamente removido da circulação e captado pelo endotélio vascular e pelas células parenquimais para o interior dos lisossomos, provavelmente através dos receptores da manose- 6-fosfato, da manose e da asialoglicoproteína.

Propriedades farmacocinéticas:

Os perfis plasmáticos de Fabrazyme foram estudados nas doses de 0,3, 1,0 e 3,0 mg/kg em 15 pacientes adultos com doença de Fabry. A área sob a curva (AUC) de tempo versus concentração plasmática e a depuração (clearance) não aumentaram proporcionalmente com o aumento das doses, demonstrando que a enzima segue um padrão farmacocinético não-linear. A meia-vida terminal foi independente da dose e variou entre 45 e 102 minutos.

A farmacocinética de Fabrazyme foi avaliada em 11 pacientes adultos com doença de Fabry na Europa. Após uma infusão intravenosa de 1 mg/kg de Fabrazyme por um período médio de 280 a 300 minutos, as médias das concentrações plasmáticas máximas (Cmax) variaram de 2,09 a 3,49 µg/mL. A AUC média variou de 372 a 784 µg/mL?min. O volume médio de distribuição (Vz) foi de 0,23 a 0,49 L/kg e o volume médio de distribuição no estado de equilíbrio (steady state – Vss) variou de 0,12 a 0,57 L/kg. A depuração plasmática média variou de 1,75 a 4,87 mL/min/kg e a meia-vidade eliminação média (t ½) variou de 82,3 a 119 minutos.

A farmacocinética de Fabrazyme também foi avaliada em 13 pacientes com a doença de Fabry no Japão. Os resultados desta avaliação mostraram que a farmacocinética de Fabrazyme é comparável em pacientes caucasianos e japoneses com doença de Fabry.

Resultados de eficácia

A eficácia de Fabrazyme foi avaliada em sete estudos clínicos (Fase I/II, Extensão de Fase I/II, Fase III Duplo-Cego, Extensão de Fase III, Fase II no Japão, Fase IV Duplo-Cego e Extensão de Fase IV), envolvendo um total de 165 pacientes únicos.

A eficácia de Fabrazyme foi avaliada em um estudo de determinação de dose em 15 pacientes analisados em cinco regimes de dose: 0,3, 1,0 ou 3,0 mg/kg a cada duas semanas e 1,0 ou 3,0 mg / kg a cada dois dias. A administração de Fabrazyme conseguiu uma rápida e acentuada redução de globotriaosilceramida (GL-3) no plasma e tecidos, observada bioquimicamente e histologicamente por microscopia óptica e eletrônica, nas doses de 0,3, 1,0 e 3,0 mg/kg. Os pacientes relataram diminuição da dor, aumento da capacidade de perspirar e melhoria da qualidade de vida. A dose de 1,0 mg/kg a cada duas semanas mostrou o perfil de segurança e eficácia mais favorável ao final deste estudo de determinação de dose. Quatorze pacientes que participaram do estudo de determinação de dose foram incluídos em um estudo aberto de extensão com Fabrazyme para receber a dose de 1,0 mg/kg a cada duas semanas.

A eficácia de Fabrazyme foi ainda avaliada em um estudo fase III, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, em 58 pacientes com doença de Fabry (56 homens e 2 mulheres). Os pacientes receberam a dose de 1,0 mg/kg de Fabrazyme ou placebo a cada 2 semanas durante cinco meses (20 semanas). O objetivo principal de eficácia foi a depuração das inclusões de GL-3nas células capilares endoteliais intersticiais renais. Uma pontuação 0 (normal ou próximo do normal) de inclusão de GL-3 foi alcançada em 20 dos 29 (69%) pacientes tratados com Fabrazyme comparado a 0 (nenhum) de 29 pacientes tratados com placebo (p
Todos os 58 pacientes do estudo de Fase III randomizado participaram da extensão do estudo de fase III aberto de Fabrazyme na dose de 1,0 mg/kg a cada duas semanas, que continuou por mais 54 meses. Ao final de seis meses de tratamento do estudo aberto, a maioria dos pacientes obteve uma pontuação 0 de inclusão de GL-3 no endotélio capilar intersticial renal (Ver tabela a seguir). A GL-3foi reduzida para níveis normais ou quase normais em células mesangiais, endotélio glomerular, células intersticiais e endotélio não-capilar. A deposição de GL-3 ainda ficou presente nas células do músculo liso vascular, epitélio tubular e podócitos, em níveis reduzidos de forma variável. Em 54 meses, uma pontuação zero foi atingida no endotélio capilar, células mesangiais, endotélio glomerular, endotélio não-capilar e túbulos convolutos distais (epitélio tubular) em todos os pacientes testados.

A função renal, medida através da taxa de filtração glomerular estimada e a creatinina sérica, mantiveram-se estáveis e normais até 54 meses, na maioria dos pacientes. No entanto, o efeito do tratamento com Fabrazyme sobre a função renal foi limitado em alguns pacientes com doença renal avançada. Os níveis plasmáticos médios de GL-3 mostraram uma rápida diminuição e retorno aos níveis normais (ou seja, ? 7,03 µg / mL) dentro de 6 meses (ou seja, primeiro período testado) de tratamento com Fabrazyme. Importante ressaltar que os níveis plasmáticos médios de GL-3permaneceram normais por 54 meses.

A eficácia de Fabrazyme também foi avaliada em um estudo aberto de fase II com 13 pacientes japoneses que foram tratados com 1 mg / kg de Fabrazyme a cada duas semanas por 20 semanas. Os resultados do estudo de Fase II no Japão foram semelhantes aos resultados do estudo duplo-cego de fase III.

A eficácia clínica de Fabrazyme foi avaliada em um estudo randomizado (2:1), de fase IV, duplo- cego e controlado por placebo, de 82 pacientes com doença de Fabry (72 homens e 10 mulheres). Os pacientes receberam 1,0 mg / kg de Fabrazyme ou placebo a cada duas semanas por até um máximo de 35 meses. O parâmetro principal de eficácia foi o tempo para a progressão clinicamente significativa da combinação de resultados renais, cardíacos e doença vascular cerebral e/ou de morte e foi avaliado por um teste log-rank comparando os grupos tratados com Fabrazyme e placebo. Entre os 82 pacientes incluídos, 13 pacientes (42%) do grupo placebo e 14 pacientes (27%) do grupo Fabrazyme satisfizeram o ponto final clínico pré-definido(progressão dos sintomas clínicos). Para corrigir um desequilíbrio na proteinúria basal entre os grupos Fabrazyme e placebo, um modelo de riscos proporcionais de Cox foi utilizado, com o grupo de tratamento e a proteinúria basal como covariável no modelo.

Tempo no estudo

Os resultados deste estudo demonstram que a terapia com Fabrazyme administrada na dose de 1mg/kg diminui a taxa de progressão clínica da doença de Fabry, conforme evidenciado pelos resultados renais, cardíacos e cerebrovasculares. Um total de 67 pacientes que participaram do estudo duplo-cego de Fase IV foram incluídos em uma extensão de estudo aberto de Fabrazyme, para receber 1,0 mg/kg a cada duas semanas por mais 18 meses. Embora tenha sido demonstrado benefício em pacientes com diferentes gravidades da doença, o benefício mais pronunciado foi observado entre os pacientes que apresentam doença renal menos grave no início do estudo.

Armazenagem

Conservar Fabrazyme sob refrigeração, em temperatura entre 2°C- 8 °C.


Prazo de validade

Este medicamento possui prazo de validade de 36 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

A solução de Fabrazyme reconstituída e diluída deve ser utilizada imediatamente. Este produto não contém conservantes. Se o uso imediato não for possível, a solução reconstituída e diluída pode ser armazenada por até 24 horas a 2° – 8 °C.

Fabrazyme é fornecido como pó ou sólido compactado liofilizado estéril, não-pirogênico,branco a quase branco, para reconstituição com água estéril para injeção. A solução resultante é límpida, livre de partículas estranhas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres legais

MS 1.2543.0016.

Farm. Resp.: Bruna Belga Cathala ? CRF ?SP nº: 42.670

Fabricado para:

Genzyme Corporation – Cambridge, MA, EUA

Por:

Hospira Inc. – McPherson, KS, EUA

Embalado por:

Genzyme Corporation ? Northborough, MA, EUA

Importado por:

Genzyme do Brasil Ltda.

Rua Padre Chico, 224

São Paulo-SP – CEP- 05008-010

CNPJ: 68.132.950/0001-03

Indústria Brasileira

Fabrazyme – Bula para o Paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Fabrazyme é indicado para o uso no tratamento de longo prazo da reposição enzimática em pacientes com diagnóstico confirmado de doença de Fabry.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Fabrazyme é usado como terapia de reposição enzimática na doença de Fabry, onde o nível de atividade da enzima ?-galactosidase está ausente ou inferior ao normal. Se você sofre da doença de Fabry, uma substância gordurosa, chamada globotriaosilceramida (GL-3), não é removida das células do seu corpo e começa a se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos dos seus órgãos. Fabrazyme atua na reposição da enzima ausente, ajudando a restaurar a quantidade de atividade enzimática para remover o GL-3 das células.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não use Fabrazyme se tiver sofrido qualquer reação alérgica, com risco de morte, à beta- agalsidase ou a qualquer componente do medicamento. Verifique com o seu médico, antes de usar Fabrazyme (beta-agalsidase), se você tem alergia à substância beta-agalsidase ou a qualquer outro componente da fórmula.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Como com qualquer medicamento como Fabrazyme, pacientes podem desenvolver anticorpos após o tratamento com a terapia de reposição enzimática. A maioria dos pacientes desenvolve anticorpo contra a beta-agalsidase. Se você desenvolver anticorpos contra a beta-agalsidase, você terá um risco maior reações alérgicas. Os anticorpos podem diminuir com o tempo e é improvável que impeçam a ação de Fabrazyme.

Se você tiver uma reação alérgica durante a administração de Fabrazyme o seu médico poderá diminuir a velocidade de infusão, parar temporariamente a infusão e / ou tratar os sintomas com outros medicamentos (anti-histamínicos, ibuprofeno, paracetamol e /ou corticosteroides) para ajudar a reduzir alguns dos efeitos colaterais.

Se reações alérgicas graves ou com risco de morte ocorrerem, a administração de Fabrazyme deve ser interrompida imediatamente e um tratamento adequado terá que ser iniciado pelo seu médico. Os riscos e benefícios da readministração de Fabrazyme devem ser considerados após uma reação alérgica grave ou com risco de morte.

Seu médico poderá coletar amostras de sangue para realizar exames complementares em caso de ocorrência de eventos adversos graves.

Não foram realizados estudos sobre a capacidade de dirigir veículos ou utilizar maquinaria pesada com Fabrazyme.

Não há experiência do uso de Fabrazyme em mulheres grávidas. Não se sabe se Fabrazyme é secretado no leite humano. Converse com o seu médico antes de tomar este medicamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

A segurança e a eficácia de Fabrazyme não foram estabelecidas em pacientes menores de 16 anos, com mais de 65 anos e em pacientes com problemas no fígado, dessa forma, avise seu médico se você estiver dentro de uma dessas condições.

Interações medicamentosas:

Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa e interação com plantas medicinais. Informe o seu médico se você estiver usando quaisquer outros medicamentos ou plantas medicinais, devido ao risco potencial de interferência com beta-agalsidase.

Interações com alimentos e bebidas são improváveis. Não foram realizados estudos formais de interação com alimento.

Fabrazyme não deve ser misturado com outros medicamentos na mesma infusão.

Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-substância química (álcool e nicotina).

Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-exame laboratorial e não laboratorial. Não foram realizados estudos formais de interação medicamentos-doenças.

Até o momento não há informações de que Fabrazyme (beta-agalsidase) possa causar doping. Não há relatos de uso abusivo ou dependência com Fabrazyme.

Consulte seu médico para maiores informações.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar Fabrazyme sob refrigeração, em temperatura entre 2° – 8°C.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

A solução de Fabrazyme reconstituída e diluída deve ser utilizada imediatamente. Este produto não contém conservantes. Se o uso imediato não for possível, a solução reconstituída e diluída pode ser armazenada por até 24 horas a 2° – 8°C.

Fabrazyme é um pó ou sólido compactado liofilizado estéril branco a quase branco, para reconstituição com água estéril para injeção. A solução resultante é límpida, livre de partículas estranhas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Fabrazyme é administrado através de um equipamento para dispensação gota a gota em um vaso sanguíneo (por infusão intravenosa).

Fabrazyme somente é usado sob a supervisão de um médico com conhecimento do tratamento da doença de Fabry.

Reconstituição e diluição:

1.O seu médico determinará o número de frascos baseado no seu peso corporal e na dose recomendada de 1,0 mg/kg. Os frascos de Fabrazyme e de diluente devem ser deixados à temperatura ambiente (23ºC – 27ºC) antes da reconstituição (aproximadamente 30 minutos).

2.Seu médico deverá reconstituir cada frasco de Fabrazyme 35 mg injetando lentamente 7,2 mL de água estéril para injeção, USP/EP, deixando a água cair pela parede interior de cada frasco e não diretamente sobre o pó liofilizado. Os frascos devem ser girados e inclinados suavemente. Não inverter ou agitar o frasco. Cada frasco produzirá uma solução límpida e incolor de 5,0 mg/mL.

3.Os frascos reconstituídos devem ser inspecionados visualmente pelo seu médico quanto à presença de partículas e alteração de cor. A solução reconstituída não deve ser utilizada se houver partículas em suspensão ou alteração de cor.

4.Após a reconstituição, seu médico deve diluir prontamente os frascos. Se os frascos não forem diluídos prontamente poderá ocorrer a formação de partículas.

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5.Fabrazyme reconstituído deverá ser diluído em solução para infusão de cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%), imediatamente após a reconstituição, para uma concentração final entre 0,05 mg/mL e 0,7 mg/mL. Seu médico irá determinar o volume total de solução para infusão de cloreto de sódio 0,9% (entre 50 e 500 mL), com base na dose individual. Para doses menores que 35 mg deverá ser usado um mínimo de 50 mL, para doses de 35 a 70 mg utilizar um mínimo de 100 mL, para doses de 70 a 100 mg utilizar um mínimo de 250 mL e para doses maiores que 100 mg utilizar apenas 500 mL. Para minimizar a interface ar / líquido, o espaço de ar dentro da bolsa de infusão deverá ser eliminado, antes de adicionar Fabrazyme reconstituído. Seu médico deve certificar-se de que a solução reconstituída de Fabrazyme foi injetada diretamente na solução de cloreto de sódio 0,9%. Qualquer frasco com solução reconstituída não utilizada deverá ser descartada pelo seu médico.

6.A bolsa de infusão deverá ser invertida suavemente ou massageada levemente para misturar a solução, evitando agitação vigorosa.

7.Fabrazyme não deve ser administrado na mesma linha intravenosa com outros produtos.

8.A solução diluída pode ser filtrada durante a administração através de um filtro em linha de 0,2µm de baixa ligação proteica.

Posologia e Administração:

A dose recomendada de Fabrazyme para adultos com mais de 16 anos é de 1 mg / kg de peso corporal, uma vez a cada 2 semanas como uma infusão intravenosa. Nenhuma alteração na dose é necessária para pacientes com doença renal.

Seu médico saberá informar a duração do tratamento com Fabrazyme.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você perdeu a infusão de Fabrazyme converse com o seu médico. A próxima dose não será dobrada para compensar a dose perdida ou parcialmente administrada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, Fabrazyme pode causar efeitos colaterais, embora não ocorram em todas as pessoas. Nos estudos clínicos, os eventos adversos mais frequentemente reportáveis ocorreram durante ou no dia da infusão. Se você sentir quaisquer efeitos colaterais graves ou efeitos colaterais não mencionados, informe ao seu médico imediatamente.

Em estudos clínicos, os efeitos colaterais mencionados a seguir foram relatados como estando relacionados com a administração de Fabrazyme. A maioria destes eventos adversos relacionados ao medicamento foi considerada como sendo de intensidade leve ou moderada.

Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

-Estômago e intestinos – náuseas, vômitos.

-Distúrbios gerais e condições do local de administração – calafrios, febre, sensação de frio.

-Sistema nervoso – dor de cabeça, sensação de formigamento.

Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

-Coração – batimento acelerado do coração, batimento irregular do coração.

-Olhos – produção aumentada de lágrima.

-Estômago e intestinos – dor abdominal, desconforto abdominal, desconforto no estômago, perda da sensibilidade oral.

-Distúrbios gerais e condições do local de administração – fadiga, desconforto no peito, sensação de calor, inchaço nas extremidades, dor, fraqueza, dor no peito, inchaço facial, aumento da temperatura corporal e mal-estar.

-Exames – aumento da pressão sanguínea, aumento da temperatura corporal, aumento dos batimentos do coração, diminuição da pressão sanguínea.

-Músculos, ossos e tecido conjuntivo – dor nas extremidades, dor nos músculos, dor nas costas, contrações musculares, dor nas juntas, tensão muscular, rigidez muscular e nas juntas.

-Sistema nervoso – tonturas, sonolência, perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo, ardência, cansaço.

-Sistema respiratório ? falta de ar, congestão nasal, aperto na garganta, chiado, tosse, dificuldade respiratória aumentada.

-Pele e tecido subcutâneo – coceira, doença da pele (urticária), erupção cutânea, vermelhidão da pele, coceira generalizada, inchaço repentino da face e garganta, inchaço facial.

-Sistema vascular ? sensação de calor, pressão sanguínea alta, palidez, pressão sanguínea baixa e ondas de calor.

Desde que Fabrazyme foi lançado no mercado, os efeitos colaterais que foram observados incluem: sensação de calor e frio, mal-estar, dores musculares e nas juntas, inchaço, congestão e corrimento nasal e baixos níveis de oxigênio. Uma vez que Fabrazyme é administrado em uma veia (via intravenosa), alguns pacientes tiveram reações no local onde Fabrazyme foi aplicado. Houve um relato de reação na pele devido à inflamação dos pequenos vasos sanguíneos. Foi relatado um caso de glomerulonefrite membranosa.

Um pequeno número de pacientes apresentou reações alérgicas graves que, em alguns casos foram consideradas potencialmente fatais. Os sinais e sintomas de possíveis reações alérgicas graves incluem inchaço localizado na face ou pescoço, urticária generalizada estreitamento das vias aéreas e pressão sanguínea baixa.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não há relatos de superdose com Fabrazyme. Doses de até 3,0 mg / kg de peso corporal foram testadas em estudos clínicos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Data da bula

12/09/2017

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