Ddavp


Ddavp – Bula do remédio

Ddavp com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Ddavp têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Ddavp devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

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Laboratório

Ferring

Apresentação de Ddavp

Ddavp inj.: Cart. c/ 10 amp. c/ 1 ml de desmopressina 4 mcg/ml.
Ddavp compr.: fr. c/ 30 comp. de 0,1 e 0,2 mg (uso interno). Ddavp
Spray nasal:

Ddavp – Indicações

Injetável: Diabetes insipidus central: O uso de Ddavp em pacientes c/ um diagnóstico estabelecido resultará na redução da eliminação urinária c/ aumento concomitante na osmolalidade da urina e decréscimo da osmolalidade plasmática. Isto resulta num decréscimo da freqüência urinária e decréscimo da noctúria. Teste de capacidade da concentração urinária: Ddavp pode ser usado para testar a capacidade do rim em concentrar a urina; como diagnóstico auxiliar no exame da função renal. Este é especialmente útil no diagnóstico diferencial entre os níveis de infecção do trato urinário. Cistite, ao contrário da pielonefrite, não causa uma habilidade subnormal em concentrar a urina. Hemofilia A e doença de von Willebrand: Para o controle da hemorragia e como profilático da hemorragia em conjunto c/ pequenos procedimentos cirúrgicos em pacientes portadores de hemofilia A leve e c/ doença de von Willebrand, que respondam positivamente ao teste da dose. Em casos excepcionais, mesmo casos moderados da doença podem ser tratados. Outras desordens hemorrágicas: Encurtamento ou normalização do tempo de sangramento antes de uma terapêutica invasiva ou operação diagnóstica, ou para o controle de sangramento em pacientes c/ hemorragia prolongada, como uma conseqüência de disfunção trombocítica congenital ou induzida por drogas, uremia, cirrose hepática ou em pacientes c/ tempo prolongado de hemorragia de etiologia desconhecida. Spray nasal/solução intranasal: Diabetes insipidus central, teste de capacidade da concentração renal. Enurese noturna primária: Ddavp é indicado para o tratam. curto da enurese noturna primária em crianças c/ cinco anos ou mais, que têm capacidade normal de concentrar urina. Comprimidos: Diabetes insipidus central e enurese noturna primária em crianças c/ cinco anos ou mais.

Contra-indicações de Ddavp

Gerais: Ddavp não pode ser usado nos casos de: polidpsia habitual e psicogênica; insuficiência cardíaca e outras condições que requerem tratam. c/ agentes diuréticos; hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. Ddavp Injetável quando usado como hemostático é contra-indicado nos casos de: angina pectoris instável; insuficiência cardíaca descompensada; doença de von Willebrand tipo II.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Ddavp

Uma pequena porcentagem de pacientes tratados pode apresentar dor de cabeça, fadiga, náusea e dor estomacal. Tratamento sem a restrição concomitante da ingestão de líquido pode levar à retenção de água c/ acompanhamento de sinais e sintomas (redução do sódio sérico, ganho de peso e, em casos mais sérios, convulsões). Injetável: Comuns (> 1/100): Geral: Dor de cabeça. Com altas doses: Fadiga. Circulatório (c/ altas doses): Queda passageira na pressão sangüínea c/ taquicardia reflexa e rubor no momento da administração. Raros ( 1/100): Geral: Dor de cabeça. Gastrintestinais: Dor estomacal, náusea. Trato respiratório superior: Congestão nasal/rinite, epistaxe. Menos comuns (1/100-1/1.000): Pele: Reações alérgicas ao conservante. Comprimidos: Dor de cabeça, náusea, dor de estômago ou epistaxe.

Ddavp – Posologia

Injetável: Diabetes insipidus central: A injeção pode ser usada quando a administração intranasal é considerada ineficaz. A dose é determinada para cada paciente e ajustada de acordo c/ o volume de urina e sódio sérico. Dose normal intravenosa: Adultos: 1 a 4 mcg (0,25 a 1 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Crianças abaixo de 1 ano de idade: 0,2 a 0,4 mcg (0,05 a 0,1 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Crianças acima de 1 ano de idade: 0,4 a 1 mcg (0,1 a 0,25 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Para pacientes que foram controlados c/ Ddavp Intranasal e que devem ser transferidos para a forma injetável, ou devido à pobre absorção intranasal, ou devido à necessidade de cirurgia, a dose antidiurética é de aproximadamente 10% da dose intranasal. Teste de capacidade da concentração renal: A dose normal para adulto, intramuscular ou subcutânea, é de 4 mcg (1 ml). Para crianças acima de 12 meses de idade a dose é de 1 a 2 mcg (0,25 a 0,5 ml). Para crianças abaixo de 12 meses de idade a dose é de 0,4 mcg (0,1 ml). Para crianças é recomendável primeiro o uso da solução intranasal. Após a administração de Ddavp, qualquer possível urina dentro de uma hora é descartada; durante as próximas 8 horas, duas porções de urina são coletadas para medida de osmolalidade. Um consumo reduzido de água deve ser observado (ver Cuidados especiais). Controle terapêutico do sangramento ou como medida profilática antes de operação invasiva: 0,3 mcg/kg de peso corpóreo diluído em 50 a 100 ml salina fisiológica e administrado como infusão intravenosa durante 15 a 30 minutos. Se um efeito positivo é obtido, a dose inicial de Ddavp pode ser repetida 1 a 2 vezes c/ intervalos de 6 a 12 horas. Além disso, a repetição da dose pode resultar em um efeito reduzido. Em pacientes c/ hemofilia, o aumento desejado de VIII:C é avaliado pelo mesmo critério como no tratam. c/ concentrado de fator VIII. A concentração de VIII:C deve ser acompanhada regularmente, desde que em alguns poucos casos foi notada uma diminuição c/ doses repetidas. Se a infusão de Ddavp não leva ao aumento desejado da concentração de VIII:C no plasma, o tratam. pode ser complementado c/ um suprimento de concentrado de fator VIII. O tratam. de pacientes c/ hemofilia deve ser conduzido em conjunto c/ testes laboratoriais para verificar a capacidade de coagulação. Determinação do fator de coagulação e tempo de hemorragia antes do tratam. c/ Ddavp. Os níveis plasmáticos de VIII:C e vWF:Ag aumentam substancialmente depois da administração de desmopressina. No entanto, não tem sido possível estabelecer qualquer correlação entre a concentração plasmática destes fatores e o tempo de sangramento, antes ou após a administração de desmopressina. O efeito da desmopressina no tempo de sangramento deveria, portanto, se possível, ser testado no paciente individual. O teste de tempo de sangramento deve ser tão padronizado quanto possível. Ex.: c/ o uso de Simplate II. Determinação do tempo de sangramento e níveis plasmáticos de fatores de coagulação devem ser conduzidos em conjunto c/ testes laboratoriais. Comprimidos: Diabetes insipidus central: Uma dose inicial para crianças e adultos é 0,1 mg três vezes ao dia. A dose é então ajustada de acordo c/ a resposta do paciente. De acordo c/ a experiência clínica, a dose diária varia entre 0,2 e 1,2 mg. Para a maioria dos pacientes, 0,1 a 0,2 mg três vezes ao dia é o regime de dose ótimo. Enurese noturna primária: Uma dose adequada inicial é de 0,2 mg ao deitar-se. A dose pode ser aumentada até 0,4 mg se a dose menor não for suficientemente efetiva; a necessidade para a continuidade do tratam. deve ser reavaliada após, na média, de um período de pelo menos 1 ano sem tratam. c/ Ddavp. Um consumo restrito de água deve ser observado (ver Cuidados especiais). Spray nasal/solução intranasal: Diabetes insipidus central: A dose é individualizada, mas a experiência clínica tem mostrado que a dose média diária em adultos é 20 a 40 mcg. Pode ser administrada como uma dose única ou dividida em duas ou três doses. Aproximadamente um terço dos pacientes podem ser tratados c/ uma única dose diária. Teste de capacidade de concentração renal: A dose normal para adulto é 40 mcg. Para crianças acima de 12 meses, a dose é 10 a 20 mcg. Para crianças abaixo de 12 meses, a dose é 10 mcg. Após a administração de Ddavp, qualquer possível urina dentro de uma hora é descartada. Durante as próximas 8 horas, duas porções de urina são coletadas para a medida da osmolalidade. Uma ingestão restrita de água deve ser observada. O nível de referência para a osmolalidade normal da urina após a administração de Ddavp é de 800 mOsm/kg para a maioria dos pacientes. Com valores abaixo desse nível, o teste deve ser repetido. Um novo resultado baixo indica uma capacidade prejudicada em concentrar a urina e o paciente deve ser encaminhado para outros exames, a fim de se descobrir a causa do mau funcionamento. Enurese noturna primária: A dose clinicamente efetiva varia entre os pacientes e os limites entre 10 mcg e 40 mcg. Uma dose adequada inicial é de 20 mcg ao deitar-se. Uma ingestão restrita de líquidos deve ser observada.

Ddavp – Informações

Comprimidos: A única ação farmacodinâmica detectada depois da administração oral de desmopressina são redução do fluxo da urina e aumento da osmolalidade da urina. Na maioria dos estudos o efeito antidiurético aparece após 15 a 30 minutos da ingestão oral de desmopressina e alcança o máximo depois de 60 a 120 minutos. Em geral, o grau de efeito foi dose-dependente dentro das faixas de dosagens estudadas, assim como a duração da antidiurese. O mecanismo de ação é idêntico ao da vasopressina, ligação do peptídio a receptores específicos das células renais tubulares seguida por ativação intracelular de um sistema mensageiro, neste caso a adenilato-ciclase leva à formação de AMPcíclico. Injetável: Ddavp em alta dosagem, 0,3 mcg/kg de peso corpóreo intravenosa ou subcutaneamente, leva ao aumento no plasma da atividade do fator coagulante VIII (VIII:C). Também aumenta o conteúdo do fator antígeno de von Willebrand (vWF:Ag), mas em uma menor extensão. Ao mesmo tempo há uma liberação do ativador plasminogênico (t-PA). A máxima concentração de plasma após a dose de 0,3 mcg/kg de peso corpóreo é alcançada depois de aproximadamente 60 minutos e resulta numa média de 800 pg/ml. A meia-vida plasmática varia entre 3 e 4 horas. A duração do efeito hemostático depende da meia-vida plasmática para o fator VIII:C, a qual é aproximadamente de 8 a 12 horas. A administração de desmopressina também tem mostrado levar a um encurtamento ou normalização do tempo de sangramento em pacientes c/ hemorragia prolongada, como em uremia, cirrose hepática, disfunção trombocítica congenital ou induzida por drogas e em pacientes c/ hemorragia prolongada de etiologia desconhecida.

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