Galenogal


Galenogal – Bula do remédio

Galenogal com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Galenogal têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Galenogal devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

A 4Medic não vende nenhum tipo de medicamento

Laboratório

Kleyhertz

Apresentação de Galenogal

fr. c/ 150 ml

Galenogal – Indicações

Galenogal Elixir é indicado como auxiliar de tratamento em
processos inflamatórios, dolorosos, como no reumatismo, nevralgias
e em processos inflamatórios em geral. Na prevenção
de tromboembolismos e na dismenorréia por dificuldade
de eliminação de coágulos.

Contra-indicações de Galenogal

Galenogal Elixir está contra-indicado nos casos de úlceras
do estômago ou do intestino, problemas de coagulação sangüínea,
gota, crise de asma induzida por salicilatos e derivados.
Não deve ser ingerido em caso de alergia ao salgueiro,
salicilatos e derivados (como o ácido acetilsalicílico), ou a
qualquer outro componente da fórmula do produto. No último
trimestre da gravidez. No pós-operatório. No diabetes
melito. Crianças de 0 a 12 anos.
Crianças
Crianças ou adolescentes não devem usar este medicamento
se estiverem com catapora ou sintomas gripais antes que
um médico seja consultado sobre a Síndrome de Reye, associada
ao uso de derivados de salicilatos.

Advertências

Informar ao médico sobre qualquer medicamento que esteja tomando, antes do início ou durante o tratamento.
A sensibilidade de pacientes idosos pode estar alterada. Recomenda-se o uso sob prescrição médica.

Uso na gravidez de Galenogal

NÃO DEVE SER UTILIZADO DURANTE A GRAVIDEZ E AMAMENTAÇÃO, EXCETO SOB ORIENTAÇÃO MÉDICA.
INFORME AO SEU MÉDICO SE OCORRER GRAVIDEZ OU SE ESTIVER AMAMENTANDO DURANTE O USO DESTE
MEDICAMENTO.

Interações medicamentosas de Galenogal

Salicilatos podem interferir em tratamentos anticoagulantes
e estrogênicos. Outras drogas que podem interferir com este
produtos são: metotrexato, metoclopramida, fenitoína, probenecida
e valproato. Seus efeitos deletérios sobre a mucosa gástrica são incrementados com o uso simultâneo de barbitúricos
e outros sedantes3.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Galenogal

Como qualquer medicamento, Galenogal Elixir pode provocar os seguintes efeitos indesejáveis:
Efeitos comuns: dor de estômago e sangramento gastrintestinal leve (micro-hemorragias).
Efeitos ocasionais: náuseas, vômitos e diarréia.
Casos raros: podem ocorrer sangramentos e úlceras do estômago.
Em pessoas hipersensíveis aos salicilatos, podem ocorrer reações alérgicas como rinite, asma, broncoespasmos e urticárias.

Galenogal – Posologia

Ingerir 15 ml (uma colher de sopa), três vezes ao dia.

Superdosagem

Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente.
Uma dose de elevada de preparações contendo Salix alba causa os seguintes sintomas: vômito, dor estomacal, espasmos e irritação gástrica. Como não existe tratamento específico, recomenda-se proceder como para derivados salicilados.

Galenogal – Informações

Cada 15 ml (equivalente a uma colher de sopa) contêm:
Extrato seco de Salix alba 5 a 6% … 600,00 mg
(correspondente a 30 a 36 mg de salicina)
Veículo q.s.p. … 15 ml
Veículo: metilparabeno, propilparabeno, corante caramelo,
álcool etílico (8%), propilenogilcol, sacarose e água deionizada.
PRODUTO FITOTERÁPICO
Nome científico: Salix alba Linné
Nome da família botânica: Salicaceae
Nome popular: salgueiro
Parte usada: cascas
O uso desta planta e/ou de seus extratos é considerado seguro
e eficaz pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
O marcador químico e terapêutico recomendado pela ANVISA
é a salicina (ANVISA- RE89/2004).
O glicosídeo de salicilina (salicósido) e seus éteres ao chegar
a nível intestinal são absorvidos transformando-se em
saligenina, para posteriormente serem metabolizados e transportados
ao fígado, onde se transformam por oxidação em
ácido salicílico1. As ações farmacológicas estudadas até o
momento, estão centralizadas no ácido acetilsalicílico, podendo-
se resumir as mesmas em três itens básicos: ação
antitérmica, ação analgésica/antiinflamatória e ação antiagregação
plaquetária.
A atividade antitérmica está baseada na capacidade que tem
de inibir a enzima ciclo-oxigenase que intervém na formação
de prostaglandinas, as quais atuam nos centros moduladores
da temperatura no hipotálamo. Desta maneira, a inibição
exercida sobre a ciclo-oxigenase e o correspondente
decréscimo na produção de prostaglandinas PGE2 a partir
do ácido araquidônico também tem relação com a diminuição da dor e da inflamação2.
Referências bibliográficas: 1. Julkunen R.; Meier B.. The enzimatic
descomposition of salicin and derivatives obtained
from Salicaceae species. Journal of Natural Products. Vol.55,
nº9, pp.204-12(1992). 2. Higgs G. y Flower R.. Anti-inflamatory
drugs and the inhibition of arachidonate lipoxygenase.
In: SRS-A and leukotrienes. Piper P. J. Ed. John Willey y
Sons, Ltd. London. Pp. 197-207 (1981). 3. Martindale: The
Extra Pharmacopeia. 28º Edit.. Reynolds J. Edit. The Pharmaceutical
Press, London, 1993.

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