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Em breve, os médicos poderão obter ajuda de uma ferramenta de inteligência artificial para detectar aneurismas cerebrais – protuberâncias nos vasos sanguíneos no cérebro que podem vazar ou explodir, potencialmente levando a acidentes vasculares cerebrais, lesões cerebrais ou morte.
A ferramenta de inteligência artificial (IA), desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Stanford e detalhada em um artigo publicado no dia 7 de junho no JAMA Network Open, destaca áreas de um exame cerebral que provavelmente contêm um aneurisma.
Esta ferramenta, que é construída em torno de um algoritmo chamado HeadXNet, melhorou a capacidade dos médicos de identificar corretamente aneurismas de forma mais precisa.
Vasculhar o cérebro para detectar sinais de aneurisma, significa percorrer e analisar centenas de imagens. Os aneurismas vêm em vários tamanhos e formas e se espalham em ângulos complicados – alguns apresentam-se apenas como um pontinho dentro da sucessão de imagens que lembra filmes.
“A busca por um aneurisma é uma das tarefas mais trabalhosas e críticas que os radiologistas realizam, devido aos desafios inerentes à anatomia neuro-vascular complexa e ao potencial desfecho fatal de um aneurisma perdido, isso me levou a aplicar avanços na ciência da computação e na visão para a neuro-imagem”, disse a Dra Kristen Yeom, professora de radiologia e co-autora sênior do estudo.
Para treinar o algoritmo, a equipe de pesquisadores delineou aneurismas clinicamente significativos detectáveis em 611 exames de cabeça de angiografia por tomografia computadorizada (TC).
“Rotulamos, à mão, todos os voxels (o equivalente em 3D a um pixel) – com o fato de ser ou não parte de um aneurisma”, construir os dados de treinamento foi uma tarefa bastante cansativa pois havia muitos dados”, salientou a Dra Kristen Yeom.
Após o treinamento, o algoritmo examina e decide para cada voxel se existe um aneurisma presente.
“Estávamos interessados em como essas varreduras melhorariam o desempenho dos médicos, em vez de apenas ter o algoritmo dizendo que uma área continha um aneurisma, conseguimos saber exatamente a localização dos aneurismas em cada região examinada”, comentou a Dra Kristen Yeom.
O algorítimo está em fase de validação e em breve passará por analises mais precisas até a liberação para clínicas e hospitais nos EUA.
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