Desenvolvida Pele sintética que pode ajudar na cicatrização de feridas!

Pesquisadores especialistas em engenharia de pele da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, projetaram um curativo de tecido cuja espessura e elasticidade podem ser personalizadas para áreas específicas do corpo. O projeto chamado pele sintética, promete revolucionar o tratamento para cicatrização de feridas.

A ideia da pele sintética

O material é capaz de ser absorvido pelo próprio tecido da pele à medida que se cura. Dois materiais sintéticos são misturados para produzir fibras do tamanho de nanômetros – milhares de vezes mais finos que um fio de cabelo – que podem ser fabricados em minutos.

Fibras minúsculas

Os Pesquisadores produziram seus tecidos personalizados usando um método recentemente desenvolvido, conhecido como eletrofiação livre de bicos. Seu dispositivo compreende um cilindro rotativo acima de um conjunto de solução contendo os dois componentes do tecido.

Como o cilindro gira sob alta voltagem e temperatura, pequenas fibras são rapidamente produzidas a partir do líquido e giradas em uma superfície quente adjacente. Conforme as fibras esfriam, o tecido é formado.

Curativos

A mistura de componentes pode ser alterada para produzir curativos de espessuras e elasticidades variadas. Incorpora um material recentemente descoberto, conhecido como sebacato de poliglicerol, que é elástico e compatível com o tecido humano.

Testes com células da pele mostraram que as fibras em pequena escala do material fornecem um suporte no qual a pele recém-formada pode crescer.

Aplicações médicas

A pesquisa agora se concentrará em desenvolver e testar o material para uso médico, que a equipe espera que leve cerca de quatro anos.

Pele artificial produzida usando tecnologia em nanoescala. Imagem cortesia: Universidade de Edimburgo.

“Nossa técnica é uma maneira econômica de tornar a pele artificial adaptada para todas as áreas do corpo, para acelerar o processo de cicatrização de feridas, os curativos feitos com este novo tecido seriam absorvidos pelo corpo, reduzindo a necessidade de mudanças frequentes”, disse o Dr. Norbert Radacsi um dos responsáveis pelo projeto.

O estudo foi publicado e está disponível para a classe médica na revista tecno-científica Medical Engineering & Physics.

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