Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente


Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Bula do remédio

Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

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Referência

Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente (Wyeth-Whi

Apresentação de Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente

USO PEDIATRICO
SOMENTE USO INTRAMUSCULAR
Cartucho com 1 estojo contendo 1 frasco-ampola com dose única de 0,5 ml, 1 seringa com agulha, 1 agulha e 2 lenços descartáveis umedecidos com álcool.
Cada 0,5 ml de dose intramuscular é formulada para conter 2 mcg de sacarídeo por sorotipos 4, 9V, 14, 18C, 19F e 23F; 4mcg de sorotipo 6B; aproximadamente 20 mcg de proteína CRM197
, e 0,5 mg de fosfato de alumínio como adjuvante (equivalente a 0,125 mg de alumínio).
Excipientes: cloreto de sódio (4,5 mg) e água para injeção (q.s. 0,5 ml).
Não contém conservante.

Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Indicações

A Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
é indicada na imunização ativa de crianças de 6 semanas a 9 anos, contra doença invasiva, pneumonia e otite média causadas pelos sorotipos 4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F de Streptococcus pneumoniae.
Essa vacina não deve ser usada para o tratamento da infecção ativa.
Como qualquer outra vacina, a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
pode não proteger 100% dos indivíduos vacinados.

Contra-indicações de Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente

A Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
está contra-indicada para pacientes hipersensíveis ao látex ou a qualquer dos componentes da vacina, incluindo o toxóide diftérico.

Advertências

A Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
não oferece proteção contra outras doenças causadas por S. pneumoniae além das causadas pelos sete sorotipos que fazem parte da vacina, nem irá proteger contra outros microrganismos que causam doenças invasivas, como bacteremia, meningite e pneumonia, ou infecções não-invasivas como otite média.
Da mesma forma que outras injeções intramusculares, a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
deve ser administrada com cautela a lactentes ou crianças com trombocitopenia ou qualquer distúrbio de coagulação ou naquelas submetidas a tratamento com anticoagulantes.
A tampa do frasco-ampola contém borracha natural seca que pode causar reações de hipersensibilidade quando manuseada por pessoas com sensibilidade conhecida ou suspeita a látex ou quando o produto é administrado a pessoas com essa hipersensibilidade.
Precauções
1. Doenças de menor importância, como uma infecção leve do trato respiratório com ou sem febre baixa, em geral não constituem contra-indicações à vacinação. A decisão de administrar ou atrasar a vacinação devido à doença febril atual ou recente depende em grande parte da gravidade dos sintomas e da etiologia da doença. A administração da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
deve ser adiada em indivíduos que sofrem de doença febril aguda grave.
2. Como ocorre com todas as vacinas injetáveis, tratamento médico adequado e supervisão devem sempre estar prontamente disponíveis em caso de evento anafilático raro após a administração da vacina (ver Reações Adversas).
3. Embora ocorra alguma resposta ao anticorpo da toxina diftérica, a imunização com a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
não substitui a imunização de rotina para difteria.
4. O uso de vacina pneumocócica conjugada não substitui o uso da vacina polissacarídica pneumocócica de 23 sorotipos em crianças com idade igual ou maior a 24 meses com anemia falciforme, asplenia, infecção por HIV, doença crônica ou imunocomprometidas e que apresentem risco maior de contrair doenças invasivas causadas por S. pneumoniae. Em um estudo randomizado, 23 crianças com idade igual ou maior a 2 anos apresentando anemia falciforme, receberam 2 doses da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
, seguidas de uma dose de vacina polissacarídica, ou dose única de vacina polissacarídica isoladamente. Nesse pequeno estudo, as concentrações de anticorpos pneumocócicos IgG atingiram níveis maiores no esquema de vacinação conjunta. As reações locais à vacina polissacarídica 23-valente não aumentaram com prévia imunização com a vacina conjugada.
5. Crianças que apresentam deficiência da resposta imunológica, seja por uso de tratamento imunossupressor (incluindo radioterapia, corticosteróides, antimetabólitos, agentes alquilantes e agentes citotóxicos), por defeito genético, por infecção pelo HIV ou outras causas, podem apresentar redução da resposta de anticorpos à imunização ativa.
6. Recomenda-se o uso de medicação preventiva antipirética para todas as crianças que recebem a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
simultaneamente com vacinas que contêm células inteiras da coqueluche. O uso de medicação preventiva antipirética deve ser considerado no caso de crianças que apresentem um risco maior de convulsões em relação à população em geral.
7. Como qualquer vacina, a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
pode não proteger 100% dos indivíduos vacinados.

Uso na gravidez de Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente

O uso desta vacina NÃO é recomendado em adultos. A segurança durante a gravidez não foi estabelecida.
Não se realizou nenhum estudo de reprodução animal com este produto. Não se sabe se a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
pode causar danos ao feto quando administrada a gestantes, ou se pode comprometer a capacidade reprodutiva.
Lactação: O uso desta vacina NÃO é recomendado em adultos. A segurança durante a lactação não foi estabelecida.
Não se sabe se os antígenos da vacina ou os anticorpos são excretados no leite materno.

Interações medicamentosas de Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente

Durante os estudos clínicos, a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
foi administrada concomitantemente às vacinas contra difteria, tétano e pertussis (DTP) ou difteria, tétano e pertussis acelular (DTaP); Haemophilus influenzae tipo b (Hib); vacina oral contra poliomielite (OPV) ou vacina injetável contra poliomielite (IPV); hepatite B; sarampo, caxumba e rubéola (MMR) e varicela. Portanto, a experiência de segurança com a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
reflete o uso deste produto como parte do esquema de rotina de imunização. Em alguns estudos, foram constatadas diferenças inconsistentes na resposta dos anticorpos a alguns dos antígenos; entretanto, este fenômeno não parece ter qualquer importância clínica.
Não há dados de estudos clínicos disponíveis sobre a segurança e a imunogenicidade da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
administrada concomitantemente a qualquer vacina meningocócica conjugada do grupo C.
Os dados sobre a administração concomitante da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
com a vacina DTaP/Hib(PRP-T)/IPV/HepB não demonstraram interferência clinicamente relevante na resposta de anticorpos a cada um dos antígenos individuais administrados em vacinação primária de 3 doses. Não há dados disponíveis suficientes sobre a interferência na administração concomitante de outras vacinas hexavalentes com a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM 197
.
Quando a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
é administrada concomitantemente com vacinas hexavalentes (DTaP/Hib(PRP-T)/IPV/HepB), a taxa de reações febris foi mais alta do que a observada após a administração das vacinas hexavalentes sozinhas. Essas reações foram na sua maioria moderadas (menor ou igual a 39ºC) e transitórias.
A administração concomitante da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
com a vacina DTaP-IPV/PRP-T e a vacina contra o vírus da hepatite B aos 2, 4 e 6 meses de idade (administração concomitante) foi comparada à administração seqüencial da vacina DTaP-IPV/PRP-T e da vacina contra o vírus da hepatite B aos 2, 4 e 6 meses de idade e Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
aos 3, 5 e 7 meses de idade (administração seqüencial). Não foram observadas diferenças na resposta de anticorpo contra nenhum sorotipo da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
no grupo concomitante nem no grupo seqüencial. Uma porcentagem mais baixa de pacientes que responderam à vacina contra o vírus da hepatite B (nível de soroproteção maior ou igual a 10 mUI/ml, determinado 8 semanas após a terceira dose) foi observada no grupo concomitante 87,2% (IC de 95%: 79,7-92,6%) em comparação ao observado no grupo seqüencial, 96,7% (IC de 95%: 91,8-99,1%). Não se sabe qual a significância clínica desses dados.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente

As reações adversas relacionadas estão de acordo com as seguintes freqüências:
Muito comum: maior ou igual a 10%
Comum: maior ou igual a 1% e menor que 10%
Incomum: maior ou igual a 0,1% e menor que 1%
Rara: maior ou igual a 0,01% e menor que 0,1%
Muito rara: menor que 0,01%
Reações Adversas Observadas Durante Estudos Clínicos
Muito comum: eritema, endurecimento/edema, dor/sensibilidade aumentada no local da injeção, diarréia, vômito, febre, redução do apetite, sonolência; sono agitado, irritabilidade.
Comum: endurecimento/edema ou eritema maior que 2,4 cm no local da injeção; dor/sensibilidade aumentada que interfere com os movimentos, febre superior a 39ºC.
Incomum: erupção cutânea, urticária ou erupção cutânea urticariforme.
Rara: convulsões (incluindo convulsão febril); episódios hipotônicos, hiporresponsivos.
Reações Adversas Observadas na Experiência Pós-comercialização
Muito rara: dermatite, urticária e prurido no local da injeção, linfadenopatia próxima ao local da injeção, reação de hipersensibilidade incluindo edema de face, dispnéia, broncoespasmo; reação anafilática/anafilactóide incluindo choque, edema angioneurótico, eritema multiforme.
Assim como com outras vacinas pediátricas, têm ocorrido relatos espontâneos de apnéia com associação temporal com a administração da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
. Na maioria desses casos, a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
tinha sido administrada concomitantemente a outras vacinas, incluindo a vacina contra difteria, tétano e pertussis (DTP), a vacina contra difteria, tétano e pertussis acelular (DTaP), as vacinas contra hepatite B, a vacina contra poliomielite inativada (IPV), vacina contra Haemophilus influenzae Tipo b (Hib), a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR) e/ou vacina contra varicela. Além disso, na maioria desses relatos, estavam presentes condições médicas preexistentes, como história de apnéia, infecção, prematuridade e/ou convulsões.
O risco relativo aumentado de hospitalização por diversas condições, principalmente bronquiolite, coletado sob o termo de diagnósticos de sibilos, foi relatado a partir de um estudo de vigilância observacional em crianças que receberam a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
em comparação a um grupo controle histórico. Não foi possível controlar potenciais fatores de interferência, como vacinas administradas concomitantemente, alterações nessas vacinas, variação anual de infecções pelo vírus sincicial respiratório (VSR) ou vírus da gripe, ou tendências perenes da incidência de doença respiratória. Outras análises neste estudo, bem como o seguimento a longo prazo do estudo pivotal de eficácia, controlado, multicêntrico e de grande porte, não confirmaram esse achado.
Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.

Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Posologia

Esquema de Vacinação
Imunização Primária
Em lactentes menores de 7 meses de idade, a série de vacinações com a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
consiste em quatro doses de 0,5 ml cada. A idade usual de administração da primeira dose é de 2 meses de idade, porém pode ser antecipada até 6 semanas de idade. O intervalo entre as doses é de 4 a 8 semanas. A quarta dose deve ser administrada aos 12-15 meses de idade, e com um intervalo de, pelo menos, 2 meses após a terceira dose.
Esquema de vacinação para lactentes e crianças de baixa idade
Dose:

Dose 1*

Dose 2**

Dose 3**

Dose 4***
Idade na dose:

2 meses

4 meses

6 meses

12 – 15 meses
* A dose 1 pode ser administrada já com 6 semanas de idade.
** O intervalo de administração recomendado é de 4 a 8 semanas.
*** A quarta dose deve ser administrada aproximadamente aos 12-15 meses de idade e, no mínimo, 2 meses depois da terceira dose.
Crianças Mais Velhas e Não-vacinadas Previamente
Para lactentes com 7 meses ou mais de idade e crianças não-vacinadas previamente, que estão acima da idade do esquema de rotina para lactentes, aplica-se o seguinte esquema:
Esquema de vacinação para crianças com 7 meses ou mais de idade não vacinadas previamente
Idade na primeira dose

Nº total de doses de 0,5 ml
7 – 11 meses de idade

3*
12 – 23 meses de idade

2**
de 24 meses até 9 anos de idade

1
* 2 doses com intervalo mínimo de 4 semanas; terceira dose após um ano de idade administrada, no mínimo, 2 meses após a segunda dose.
** 2 doses com intervalo mínimo de 2 meses.

Superdosagem

Foi relatada a ocorrência de superdosagem com a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
, incluindo a administração de doses mais elevadas do que as recomendadas e casos de doses subseqüentes da vacina administradas em intervalos de tempo mais curtos do que os recomendados. A maioria dos indivíduos permaneceu assintomática. Em geral, os eventos adversos relatados com a superdosagem também foram reportados com a administração de doses únicas da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente– Proteína Diftérica CRM197.

Características farmacológicas

Descrição
A Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
é uma solução estéril de sacarídeos de antígeno capsular dos sorotipos 4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F de Streptococcus pneumoniae (S. pneumoniae), cada qual conjugado com a proteína diftérica CRM197
. Cada polissacarídeo é obtido pela purificação do caldo de cultura do sorotipo correspondente. Os sacarídeos estão conjugados diretamente ao transportador da proteína CRM197
por aminação redutora.
A CRM197
é uma variante atóxica do toxóide diftérico isolada de culturas da cepa C7 (beta 197) do Corynebacterium diphtheriae cultivadas em meio à base de aminoácidos da caseína e de extratos de leveduras. A CRM197
é altamente purificada por meio de ultrafiltração, precipitação com sulfato de amônio e cromatografia de troca iônica. Cada sorotipo é conjugado sob a forma de um preparado monovalente antes de formar um composto como vacina multivalente. Os glicoconjugados são analisados individualmente para determinação da relação sacarídeo/proteína, tamanho molecular, sacarídeos livres e proteína livre.
A Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
é apresentada em forma líquida. Cada dose injetável de 0,5 ml pronta para uso contém 2 mcg de cada sacarídeo dos sorotipos 4, 9V, 14, 18C, 19F e 23F e 4 mcg do sorotipo 6B (16 mcg de sacarídeos totais), cerca de 20 mcg de proteína carreadora CRM197
e 0,5 mg de fosfato de alumínio como adjuvante (equivalente a 0,125 mg de alumínio). A tampa do frasco é a base de látex. Após agitação, a vacina torna-se uma suspensão homogênea e branca.
Farmacologia Clínica
S. pneumoniae é o agente etiológico de doenças pneumocócicas que são causas importantes de morbidades e mortalidades de pessoas de todas as idades em todo o mundo. O microrganismo causa infecções invasivas, como bacteremia e meningite, bem como pneumonia e infecções do trato respiratório superior, incluindo otite média e sinusite. O S. pneumoniae é a causa mais comum de doença invasiva em crianças com mais de 1 mês de idade.
Na última década, a incidência de S. pneumoniae resistente aos antibióticos aumentou no mundo todo. Os 7 sorotipos de vacina são responsáveis por aproximadamente 80% da doença pneumocócica invasiva.
Em todos os estudos comparativos com a Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
, observou-se uma significante resposta dos anticorpos para todos os sorotipos da vacina após três ou quatro doses, embora as médias geométricas das concentrações variassem entre os sorotipos. A Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
induz a produção de anticorpos funcionais para todos os sorotipos da vacina determinados por opsonofagocitose após três doses.

Resultados de eficácia

a) Eficácia contra doença invasiva
A eficácia foi avaliada em amplo estudo clínico, duplo-cego, randomizado, de população multi-étnica, no Kaiser Permanente no Norte da Califórnia, de outubro de 1995 a abril de 1999. Este estudo que avaliou 37.816 crianças demonstrou a seguinte eficácia em doenças pneumocíocicas invasivas:
Sorotipos na vacina

Vacina Conjugada Pneumocócica
( vide bula original)
Per Protocol: Análise dos casos ocorridos com tempo igual ou superior a 14 dias após a terceira dose.
ITT: Análise de todas as crianças que receberam pelo menos 1 dose da vacina.
b) Eficácia da vacina em Otite Média Aguda (OMA).
A eficácia da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
em otite média foi avaliada em dois estudos clínicos: no Kaiser Permanente do Norte da Califórnia e na Finlândia. Os resultados estão mostrados nas tabelas abaixo:
Estudo Kaiser Permanente do Norte da Califórnia
( vide bula original)

Modo de usar

Somente para uso intramuscular.
A dose é 0,5 ml, administrada por via IM, com cuidado para evitar a aplicação em nervos e vasos sanguíneos ou suas proximidades. Os locais preferenciais são a face ântero-lateral da coxa em lactentes ou o músculo deltóide do braço das crianças. A vacina não deve ser administrada na região glútea.
Antes da administração, a pele do local da administração deve ser limpa e preparada com germicida adequado. Após a inserção da agulha, aspirar e esperar para ver se ocorre refluxo sanguíneo na seringa, o que irá ajudar a evitar a administração inadvertida em um vaso sanguíneo. Se ocorrer refluxo, retirar a agulha e preparar nova administração em outro local.
A vacina não deve ser administrada por via intradérmica, subcutânea ou intravenosa uma vez que a segurança e imunogenicidade dessas vias não foram avaliadas.
Como este produto é uma suspensão que contém um adjuvante de alumínio, agite com vigor imediatamente antes de usá-la para obter uma suspensão uniforme antes de retirar a dose. A vacina não deve ser utilizada se a re-suspensão não for possível.
Após agitação, a vacina torna-se uma suspensão branca homogênea.
Medicamentos de uso parenteral devem ser inspecionados visualmente quanto à material particulado e alteração da cor antes da administração. Este produto não deve ser utilizado se for observado qualquer material particulado ou alteração da cor.
A vacina deve ser administrada imediatamente após sua preparação.
Não misturar com outras vacinas/produtos na mesma seringa.
Conservar o medicamento sob refrigeração (temperatura entre 2ºC e 8º C). Não congelar. Descartar a vacina em caso de congelamento. Armazenar na embalagem original.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Uso pediátrico: A segurança e a eficácia da Vacina Pneumocócica Conjugada 7-valente – Proteína Diftérica CRM197
em crianças com menos de 6 semanas ou com 10 anos ou mais não foram estabelecidas (ver Indicações e Posologia).
Uso geriátrico: Essa vacina NÃO é indicada para uso em adultos. Não deve ser utilizada como substituta à vacina pneumocócica polissacarídica nas populações geriátricas.

Armazenagem

Conservar o medicamento sob refrigeração (temperatura entre 2ºC e 8º C). Não congelar. Descartar a vacina em caso de congelamento. Armazenar na embalagem original.

Dizeres legais

Registro M.S.: 1.2110.0121.005-3
Farmacêutico(a) responsável: Ruy Massakazo Yoshinaga – CRF/SP-4997
Importado, embalado e distribuído por:
Laboratórios Wyeth-Whitehall Ltda.
Rodovia Castelo Branco, Km 32,5
Itapevi – São Paulo – Brasil
CNPJ no 61.072.393/0039-06
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Wyeth Pharmaceutical Division of Wyeth Holdings Corporation – Pearl River, Nova York, Estados Unidos.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Data de fabricação, lote e validade: vide cartucho.
Serviço de Atendimento ao Consumidor – DDG 0800 160625.

Data da bula

Dec 12 2005 12:00AM

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