Laxtam


Laxtam – Bula do remédio

Laxtam com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Laxtam têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Laxtam devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

A 4Medic não vende nenhum tipo de medicamento

Laboratório

Merck

Apresentação de Laxtam

Geléia Potes c/ 150 ou 250 g.

Laxtam – Indicações

Como laxativo em casos de:
– Prisão de ventre crônica.
– Prisão de ventre secundária a viagens, gestação, dieta pobre em resíduos, pós-operatórios (em especial os de cirurgias proctológicas), período menstrual.

Contra-indicações de Laxtam

Colopatias inflamatórias; síndromes dolorosas abdominais de causa desco-nhecida; síndromes oclusivas ou suboclu-sivas, hipersensibilidade a qualquer um dos componentes.

Advertências

Em pacientes submetidos a dietas hipoglicídicas é preciso levar em conta que cada grama de Laxtam contém 0,572g de sacarose.

Uso na gravidez de Laxtam

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Interações medicamentosas de Laxtam

Os senosídeos e a glicirrizina, em altas doses e por tempo
prolongado, podem provocar hipocaliemia. Por essa razão o produto deve ser aplicado com cautela em pacientes em uso de antiarrítmicos tipo quinidina, sotalol, amiodarona, vincamina, digitálicos, anfotericina B, tetracosáctide e diuréticos hipocaliemiantes.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Laxtam

As reações adversas, pouco freqüentes, com-preendem diarréia, dores abdominais e vômitos. São mais freqüentes em pacientes com colopatias.
O uso de doses elevadas de senosídios, por tempo prolongado, pode determinar irritação cólica, com melanose reto-cólica e alterações hidreletrolíticas (hipocaliemia).

Laxtam – Posologia

Adultos – uma colher das de chá (5 gramas) após a última refeição ou a critério médico.
Crianças – uma colher das de café (2,5 gramas) após a última refeição ou a critério médico.
Recomenda-se individualização das doses, que podem ser aumentadas em casos de constipação rebelde.
Lavar sempre a colher antes de introduzi-la no pote.
Pacientes idosos
É aconselhável iniciar o tratamento utilizando metade da dose recomendada para adultos.

Superdosagem

As reações adversas são controladas pela suspensão da medicação e correção das alterações hidrossalinas. A superdose ocasiona diarréia e perda hidreletrolítica.

Laxtam – Informações

Laxtam é a associação de cinco agentes laxativos de origem vegetal, incorporados em polpas de frutas.
Sene – Leguminosa cujas folhas contêm, entre outras substâncias, dois glicosídeos (senosídeos A e B), formados pela união de duas moléculas de glicose a antraquinonas. Os glicosídeos são absorvidos pelo trato gastrintestinal e as antraquinonas ativas, após quebra da molécula dos senosídeos, são liberadas no intestino grosso. As antraquinonas agem no plexo mioentérico aumentando a motricidade intestinal e a secreção de água e eletrólitos.
Cássia – Leguminosa de cujos frutos maduros extrai-se polpa preta, de sabor levemente doce. Na sua composição destaca-se a hidroximetilquinona, responsável pela ação laxativa.
Tamarindo – A polpa do tamarindo constitui massa de aspecto fibroso, de sabor doce a acídulo. Destacam-se entre seus componentes o ácido tartárico (que justifica as propriedades laxativas), o ácido cítrico e, em quantidades mais reduzidas, os ácidos málico, succínico, láctico e oxálico.
Coentro – Umbelífera de cujos frutos se extrai essência de sabor adocicado e fortemente aromática, possuidora de propriedades carminativa, estimulante da secreção gástrica e antiespasmódica.
Alcaçuz – Leguminosa de cujas raízes e rizomas extrai-se um saponosídeo (glicirrizina) e flavonóides. Possui propriedades antiinflamatórias e antiespasmódicas.
Ameixa – Fruto de polpa doce e fibrosa. Sua ação laxativa deve-se às suas características fibrosas e ao seu teor em hidroxifenilsatina, composto que estimula a musculatura lisa do cólon.
Maçã – A polpa da maçã contém ácido málico (ácido hidroxisuccínico), com ação laxativa e sialagoga.

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