Drenol


Drenol – Bula do remédio

Drenol com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Drenol têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Drenol devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

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Laboratório

Pharmacia

Referência

Hidroclorotiazida

Apresentação de Drenol

Drenol® 50 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.

Drenol – Indicações

Drenol® (hidroclorotiazida) é indicado no tratamento da hipertensão arterial, quer isoladamente ou em associação a outros fármacos anti-hipertensivos nos casos mais graves de hipertensão. Está indicado também no tratamento de edema associado à insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática e terapia com corticosteróides ou estrógenos. Drenol® também é eficaz no edema relacionado a várias formas de disfunção renal, como síndrome nefrótica, glomerulonefrite aguda e insuficiência renal crônica.

Contra-indicações de Drenol

Drenol® (hidroclorotiazida) é contra-indicado a pacientes com anúria e àqueles que apresentam hipersensibilidade à hidroclorotiazida, a outros fármacos derivados da sulfonamida ou a qualquer componente da fórmula.

Advertências

Gerais

Drenol® (hidroclorotiazida) deve ser usado com cautela em pacientes com doença renal grave, pois os tiazídicos podem precipitar o aparecimento de azotemia.

Podem ocorrer reações de sensibilidade em pacientes com ou sem história de alergia ou asma brônquica.

Os tiazídicos devem ser usados com cuidado em pacientes com insuficiência hepática ou doença hepática progressiva, pois pequenas alterações no balanço hidroeletrolítico desses pacientes podem precipitar o coma hepático.

Deve-se proceder à avaliação periódica dos eletrólitos séricos. Todos os pacientes em uso de tiazídicos devem ser observados cuidadosamente quanto ao aparecimento de sinais clínicos de distúrbios hidroeletrolíticos, principalmente hiponatremia, alcalose hipoclorêmica e hipopotassemia.

As determinações eletrolíticas séricas e na urina são particularmente importantes quando o paciente está vomitando excessivamente ou recebendo fluidos parenterais. Sinais de advertência ou sintomas de desequilíbrio de fluidos e eletrólitos incluem secura na boca, sede, fraqueza, letargia, sonolência, dores musculares ou cólicas, fadiga, hipotensão, taquicardia e distúrbios gastrintestinais.

Pode-se desenvolver hipopotassemia, especialmente quando a diurese for brusca e em casos de cirrose grave, durante o uso concomitante de corticóides ou ACTH após o tratamento prolongado.

Pode ocorrer hiperuricemia ou mesmo gota em alguns pacientes recebendo tiazídicos.

A necessidade de insulina nos pacientes diabéticos pode aumentar, diminuir ou permanecer inalterada. Durante o tratamento com os tiazídicos pode se manifestar diabetes latente.

As tiazidas podem aumentar a resposta a relaxantes da musculatura esquelética, como a tubocurarina. Também demonstraram aumentar a excreção urinária de magnésio, o que pode resultar em hipomagnesemia. Se houver aparecimento de deficiência renal progressiva, suspender ou descontinuar a terapia diurética.

Uso durante a Gravidez

Os tiazídicos atravessam a barreira placentária e aparecem no sangue do cordão umbilical. O uso deste medicamento em mulheres grávidas requer avaliação dos benefícios contra os possíveis riscos que poderá causar ao feto.


Uso durante a Lactação

Os tiazídicos são excretados pelo leite materno. Assim, se o uso for considerado essencial, a paciente deve interromper a amamentação e deve ser instituído um método alternativo de alimentação para o lactente.

Interações medicamentosas de Drenol

As tiazidas podem aumentar ou potencializar a ação de outros fármacos anti-hipertensivos.

Pode ocorrer hipotensão ortostática, que é potencializada por álcool, barbitúricos ou narcóticos.

Em alguns pacientes a administração de agentes antiinflamatórios não-esteróides pode reduzir os efeitos diuréticos, natriuréticos e anti-hipertensivos das tiazidas. Portanto, quando Drenol® (hidroclorotiazida) e agentes antiinflamatórios não-esteróides forem usados concomitantemente, o paciente deverá ser observado atentamente para determinar se foi obtido o efeito desejável do diurético.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Drenol

Gastrintestinal: anorexia, desconforto gástrico, náuseas, vômitos, constipação, icterícia colestática, pancreatite.

Sistema nervoso central: vertigens, parestesia, cefaléia.

Hematológico: leucopenia, agranulocitose, trombocitopenia, anemia aplástica, anemia hemolítica.

Cardiovascular: hipotensão ortostática (pode ser potencializada pelo álcool, barbitúricos ou narcóticos).

Hipersensibilidade: púrpura, fotossensibilidade, urticária, erupção da pele, reações anafiláticas.

Outras: hiperglicemia, glicosúria, hiperuricemia, fraqueza, espasmo muscular.

Sempre que as reações adversas forem moderadas ou graves, a dose tiazídica deve ser reduzida ou a terapia interrompida.

Drenol – Posologia

A terapia deve ser individualizada de acordo com a resposta do paciente. A dose deve ser ajustada para se obter a resposta terapêutica desejada, bem como para determinar a menor dose capaz de manter esta resposta.

Uso em Adultos

Hipertensão

Dose inicial: 50-100 mg/dia em uma única dose pela manhã ou em doses fracionadas.

Após 1 semana: ajustar a posologia até obter a resposta terapêutica desejada sobre a pressão arterial.

Quando as tiazidas são utilizadas com outros agentes anti-hipertensivos para tratamento da hipertensão, a dose destes últimos deve ser reduzida para prevenir uma queda excessiva da pressão arterial.

Edema

Dose inicial: 50-100 mg 1 a 2 vezes por dia.

Dose de manutenção: varia entre 25 a 200 mg ao dia ou em dias alternados, de acordo com a resposta do paciente.

Com uma terapia intermitente, a ocorrência de distúrbios hidroeletrolíticos é menos frequente.

Uso em Lactentes e Crianças

Faixa etária Dose diária total
Até 2 anos 12,5-25 mg (¼ – ½ comprimido) – fracionada em 2 vezes
2 a 12 anos 25-100 mg (½ – 2 comprimidos) – fracionada em 2 vezes


A dose pediátrica diária usual deve ser baseada em 1 a 2 mg/kg de peso corporal ou a critério médico, dividida em 2 tomadas.

Uso em Idosos

Os pacientes idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos da dose usual para adultos.

Superdosagem

Não existe antídoto específico. Em caso de ingestão acidental, realizar cuidadosa lavagem gástrica e instituir as medidas assistenciais necessárias.

Se houver desequilíbrio eletrolítico ou depleção de fluidos, tratamento adequado deve ser instituído.

Dizeres legais

MS ? 1.0216.0204

Farmacêutica Responsável: Raquel Oppermann ? CRF-SP nº 36144

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa.

LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.

Av. Monteiro Lobato, 2270

CEP 07190-001 ? Guarulhos ? SP

CNPJ nº 46.070.868/0001-69

Indústria Brasileira.

Data da bula

06/10/2017

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